Empresas B2B investem em inteligência comercial para acelerar vendas com foco e previsibilidade

Plataformas de dados transformam a prospecção e aumentam a eficiência dos times comerciais em mercados cada vez mais competitivos Empresas B2B estão cada vez mais determinadas em escalar suas operações comerciais com inteligência, previsibilidade e eficiência. Para isso, têm investido em plataformas que automatizam a geração de leads, estruturam a prospecção e permitem decisões baseadas em dados — reduzindo desperdício de tempo e aumentando o desempenho de vendas de forma consistente. Entre as soluções que vêm ganhando destaque nesse cenário está a Driva, plataforma paranaense que atende mais de 15 mil empresas em todo o país. A proposta da empresa é clara: transformar a forma como os times de vendas operam, substituindo suposições por decisões guiadas por dados. Com tecnologia própria e uma base robusta de informações, a startup oferece recursos que ajudam a identificar o mercado endereçável, segmentar leads com precisão e estruturar ações mais eficientes desde o primeiro contato com o cliente. Decisões comerciais com base em dados concretos Segundo Patrick de César Francisco, CEO da Driva, muitas empresas ainda desperdiçam tempo e energia tentando gerar demanda a partir de bases genéricas e contatos pouco qualificados. “O que enxergamos hoje é uma mudança na lógica operacional. Vender com previsibilidade exige leitura de mercado em tempo real, cruzamento de informações e uma abordagem inteligente. A tecnologia entra como apoio, mas o foco está em entregar dados mais assertivos e ajudar na rotina do time comercial”, explica. Para viabilizar esse tipo de operação, a plataforma permite acessar dados sobre empresas ativas com base em filtros personalizados. Informações como segmento, localização, porte, faturamento estimado e presença digital servem como base para a criação de listas mais coerentes com o perfil de cliente ideal. Ao invés de disparos massivos ou abordagens genéricas, a proposta é dar ao vendedor os insumos certos para que ele entre em contato com quem realmente tem potencial de conversão. Mais produtividade, menos desperdício Além da geração de leads, a solução também automatiza fluxos de prospecção por múltiplos canais, integrando-se a ferramentas já utilizadas pelas equipes comerciais, como Whatsapp, Linkedin e E-mail. Com isso, os vendedores passam a gastar menos tempo com tarefas repetitivas e mais tempo com aquilo que realmente gera resultado: vender. Lívia Alves, Chief Revenue Officer da Driva, reforça que a estruturação da pré-venda ainda é um gargalo para muitas empresas. “É comum ver times perdendo produtividade por falta de critérios claros na prospecção. Quando o vendedor sabe exatamente com quem falar, e em que momento abordar, a taxa de conversão sobe e o ciclo de vendas encurta”, comenta. Com uma solução em constante evolução, a empresa  segue ampliando suas funcionalidades, investindo em IA aplicada à conversão e expandindo sua equipe técnica e comercial. A expectativa é encerrar 2025 com o dobro do faturamento atual, consolidando-se como a principal plataforma de inteligência comercial do país. O foco continua o mesmo: tornar o processo de vendas mais estratégico, previsível e escalável para empresas B2B. Carolina Lara

Maternidade como força estratégica: mães empreendedoras impulsionam negócios com empatia e conexão

Segundo a especialista em gestão Fernanda Tochetto, a experiência materna pode ser um diferencial no fortalecimento do networking e na criação de relações mais humanas e eficazes no ambiente profissional A conciliação entre maternidade e carreira tem sido, por décadas, um dos principais desafios para mulheres em cargos de liderança ou que empreendem. No entanto, a empresária e  psicóloga com mais de 24 anos de experiência em educação empresarial, Fernanda Tochetto, defende que a maternidade, longe de ser um obstáculo, pode se tornar um ativo estratégico no crescimento de negócios liderados por mulheres. “Ser mãe amplia a escuta, a empatia e a capacidade de decisão sob pressão — competências essenciais para quem lidera”, afirma. Com mais de 24 anos de atuação no desenvolvimento de lideranças femininas e estratégias empresariais, a especialista observa uma mudança de mentalidade entre mulheres que ocupam cargos de comando e que são mães. Segundo ela, muitas dessas profissionais têm encontrado no papel materno um ponto de conexão legítima com suas equipes, clientes e fornecedores. “Quando a maternidade entra na conversa, surgem laços mais humanos e reais. Isso melhora a comunicação e fortalece relações comerciais”, destaca. A especialista acredita que o networking entre mães empreendedoras ainda é subaproveitado. Enquanto muitos grupos empresariais seguem operando sob códigos rígidos e majoritariamente masculinos, ambientes voltados ao protagonismo feminino têm se mostrado mais eficazes para gerar negócios, parcerias e trocas de alto valor. “Mulheres que compartilham experiências maternas criam vínculos que vão além do cartão de visitas. Elas formam redes de apoio e negócios ao mesmo tempo”, revela. Segundo levantamentos do Sebrae, a maternidade é uma das principais razões que levam mulheres a empreender no Brasil, seja pela necessidade de conciliar a criação dos filhos com a vida profissional, ou pela busca de mais autonomia e flexibilidade. O que começa como uma solução para a rotina, muitas vezes se transforma em estratégia de diferenciação no mercado. “Ao estruturar sua empresa, muitas mães trazem para o modelo de gestão princípios como cuidado, organização, adaptabilidade e visão de longo prazo — aprendizados que vêm diretamente da rotina com os filhos”, explica. Na prática, isso se reflete na maneira como essas líderes constroem suas equipes, lidam com clientes e negociam com fornecedores. A escuta ativa e a compreensão das necessidades do outro — habilidades amplificadas pela experiência materna — passam a ser diferenciais competitivos. “Uma mãe empreendedora costuma identificar com mais rapidez gargalos de comunicação, desmotivação na equipe ou mudanças de comportamento no consumidor. E isso permite ações mais rápidas e eficazes”, pontua. Para Fernanda Tochetto, o próximo passo é criar espaços onde essas conexões entre mães empresárias possam ser nutridas com intencionalidade. “Falar de negócios não precisa excluir o lado pessoal. Ao contrário: quando incluímos nossa vivência como mães, criamos vínculos mais autênticos. Isso abre portas, gera oportunidades e fortalece o posicionamento da mulher como líder. Outro ponto importante, segundo a fundadora Tittanium Club, movimento de educação empresarial, é como a maternidade aprimora a capacidade de priorização. “Mães empreendedoras aprendem a tomar decisões com base no impacto real, e isso se traduz em mais eficiência na gestão do tempo, nos processos e na delegação de tarefas”, explica. Essa habilidade, para ela, é cada vez mais valorizada em um cenário onde o excesso de estímulos e tarefas prejudica a produtividade das lideranças. A maternidade pode ser uma aliada poderosa na construção de culturas organizacionais mais humanas, baseadas em empatia e equilíbrio emocional. “Quando ressignificada, ela fortalece a autenticidade da mulher como líder, tornando-a mais conectada com seu propósito e com o valor que entrega ao mercado”, conclui. By: Carolina Lara

A Páscoa chegou, os preços subiram… e as compras? Veja como está o mercado!

O estudo do Mission Brasil ainda revelou que 96% dos consumidores sentem a alta nos valores dos chocolates Com a proximidade da Páscoa, os brasileiros já começam a organizar suas compras para a data e a expectativa de consumo se mantém em alta. Segundo um levantamento produzido pelo Mission Brasil, maior plataforma de serviços recompensados do país, 87% das pessoas pretendem realizar compras para a Páscoa. Os ovos de chocolate continuam sendo os itens mais desejados, com 63% das intenções de compra. No entanto, outras alternativas ganham espaço: 20% dos consumidores priorizarão as barras e tabletes, enquanto 12,5% devem optar por caixas de bombons. Já 3% dos entrevistados afirmaram preferir outros doces e sobremesas, enquanto quase 1% planejam presentear com brinquedos. A pesquisa contou com 564 participantes de todos os estados do país e do Distrito Federal.  Para este ano, porém, o brasileiro precisará também preparar o bolso após o encarecimento do cacau, matéria-prima essencial para a produção dos chocolates. Ainda de acordo com o estudo, 96% dos consumidores perceberam aumento nos preços dos ovos de Páscoa em comparação ao ano passado. O valor deverá ser fator determinante também na escolha dos produtos, uma vez que 68% afirmam convictamente que mudariam sua escolha de presente devido ao custo do item. Tanto é que, dentre aqueles que não visam efetuar aquisições, a questão financeira aparece como principal fator, com 60% das justificativas. Outras motivações citadas são a falta de interesse pela data, com 25%, e a não comemoração da festividade, com 14%. Para o estudo, o público ouvido recebe, predominantemente, de 1 a 3 salários mínimos, com 46% das respostas, e 1 salário, com 36%. A faixa de quem recebe de 3 a 5 salários foi de 12%, enquanto os acima de 5 salários são 6%.  “O consumidor está cada vez mais atento ao custo-benefício dos produtos e tem buscado alternativas viáveis para manter a tradição da data, mesmo diante da alta nos preços. O crescimento na intenção de compra de barras e bombons revela essa adaptação do mercado e aponta caminhos interessantes para marcas que souberem ouvir o público”, analisa Thales Zanussi, CEO e fundador do Mission Brasil. Com relação ao planejamento do bolso, 33% dos consumidores visam gastar entre R$ 101 e R$ 200, enquanto 32% planejam desembolsar entre R$ 51 e R$ 100, 15% entre R$ 201 e R$ 300 e 13% projetam um gasto de até R$ 50. Já na hora de justificar os tópicos decisivos na hora da compra, a qualidade do produto, com 30% das escolhas, o preço, com 26%, e promoções e descontos, com 15%, foram os mais citados.  Influência para a compra A pesquisa do Mission avaliou também as preferências e desejos dos consumidores no momento da aquisição do produto. Segundo o levantamento, quando o assunto é a forma de compra, as lojas físicas ficaram na frente, com mais de 79% das respostas, dado surpreendente considerando o avanço do e-commerce nos últimos anos. Para Thales Zanussi, CEO e fundador do Mission Brasil, essa escolha está ligada à necessidade de garantir a integridade do chocolate, que é sensível ao transporte. “A compra presencial oferece mais segurança quanto à qualidade do produto, especialmente em datas simbólicas como a Páscoa”, explica. A pesquisa também identificou quais são os fatores de atratividade para compras. Com 83% da preferência, o desconto ainda é a estratégia mais prestigiada. Já 17% das pessoas preferem o cashback.  Com relação a preferência do produto, 60% das pessoas devem optar por grandes marcas, enquanto 40% irão consumir itens artesanais. Na hora do pagamento, a prioridade será pelo pagamento à vista para 74% dos entrevistados, ao passo que 26% planejam parcelar as compras.  Além disso, o estudo ainda procurou entender o papel das redes sociais no cenário, com cerca de 59% dos entrevistados sinalizando que essas mídias têm influência na sua compra. Para eles, influenciadores especialmente do TikTok e Instagram são decisivos no momento de selecionar o presente de Páscoa. “A interferência por parte das redes reforça o papel do conteúdo digital como motor de decisão, especialmente em datas sazonais, quando a inspiração e a recomendação têm grande peso”, analisa o CEO do Mission Brasil. “Marcas que souberem se destacar nessas mídias certamente sairão na frente em um mercado tão competitivo”, finaliza. By Mission Brasil

Nova plataforma revolucionária de e-commerce: o TikTok Shop

Segundo Rafael Kiso, fundador e CMO da mLabs, a rede social está reescrevendo as regras ao unir descoberta, entretenimento e transação em um só lugar. O TikTok Shop chega ao Brasil em maio de 2025 com o potencial de transformar o e-commerce nacional, unindo conteúdo e compra em uma experiência totalmente integrada. De acordo com projeções do Santander, a novidade promete movimentar até R$39 bilhões até 2028, representando de 5% a 9% do e-commerce brasileiro e colocando a plataforma entre os 5 maiores players do setor.  “É uma experiência muito mais fluida e impulsiva, que une entretenimento com conversão”, comenta Rafael Kiso, fundador e CMO da mLabs, maior plataforma de gestão de mídias sociais da América Latina. “O TikTok Shop elimina atritos na jornada de compra. O usuário vê um vídeo ou uma live, se interessa pelo produto e compra ali mesmo, sem sair do app. Dados do Santander e Itaú BBA mostram que esse processo pode levar menos de 7 minutos — é a combinação perfeita entre impulso e conveniência”, explica Kiso. Ecossistema em transformaçãoKiso detalha as oportunidades para diferentes atores: Uma nova lógica: social + varejo ao vivoNo fim das contas, o TikTok não está apenas entrando no e-commerce, mas sim fundindo mídia social com varejo ao vivo. O fundador da mLabs contrasta o modelo com concorrentes: “Mercado Livre e Shoppe tentam o live shopping, mas não têm a fusão orgânica entre mídia social e varejo. O Instagram, por outro lado, insiste em levar o usuário para fora do app — justamente quando a rejeição a anúncios no feed só aumenta”. “O TikTok não está apenas entrando no e-commerce. Está reescrevendo as regras ao unir descoberta, entretenimento e transação em um só lugar. A questão é: quem vai dominar essa nova lógica primeiro?”, provoca Kiso. mLabs Inclusive, tem um vídeo no nosso instagram falando um pouco mais sobre: https://www.instagram.com/p/DHbk36ciyQe/

6 Efeitos da Reforma Tributária nas Políticas de Contratação e Remuneração

Novo modelo tributário deve gerar maior demanda por tecnologia e especialistas em planejamento fiscal A Reforma Tributária no Brasil vai mudar de forma estrutural a forma como as empresas recolhem impostos, impactando diretamente estratégias de contratação, remuneração e formação de equipes. As áreas de Recursos Humanos e Planejamento Financeiro serão especialmente desafiadas, exigindo rápida adaptação para garantir a continuidade das operações e a competitividade. Jorge Martínez Jr., empresário contábil, sócio da HB Realiza Contabilidade e parceiro da Omie, plataforma de gestão (ERP) na nuvem, destaca os principais impactos a seguir. 1 – Mudança na política de remuneração e benefícios A transformação no sistema tributário acontecerá de forma gradual, seguindo um cronograma que deve começar em 2026, com a aplicação de alíquotas de teste para a CBS e o IBS, e término projetado para 2033. Na prática, por alguns anos, as empresas terão que lidar simultaneamente com a cobrança dos tributos antigos e os novos. Esse período de transição será, portanto, complexo para as empresas. A expectativa de alteração na carga tributária sobre a folha de pagamento deve levá-las a repensarem suas políticas de remuneração e benefícios. “Se houver aumento na tributação sobre a folha, é natural a revisão de pacotes de benefícios e a criação de estratégias de compensação mais alinhadas ao novo cenário”, explica Martínez. 2 – Aumento da demanda por tecnologia e especialistas fiscaisA complexidade da transição exigirá profissionais altamente capacitados e investimento em tecnologia. “As empresas devem priorizar soluções que ofereçam facilidade para as burocracias fiscais e aumentem a eficiência operacional”, afirma o especialista. Sistemas e softwares de gestão (ERP), por exemplo, já facilitam o controle tributário, contábil, financeiro e a integração com outras áreas da empresa. A adaptação é urgente.“Se feito manualmente, o processo pode levar horas, ou até dias, ainda com o risco de erros. Com as transformações tributárias, o empresário não pode perder tempo e deve direcionar seu capital humano para análises estratégicas e interpretações legislativas, em vez de se concentrar no operacional”, recomenda Martínez. 3 –  Novas funções e desafios para recursos humanosA área de RH precisará se atualizar para lidar com os ajustes que impactam desde a folha até a retenção de talentos. “A antecipação, o monitoramento e a comunicação clara serão os grandes desafios. Não se trata apenas de cortar custos, mas de manter-se competitivo para atrair e reter bons profissionais”, destaca o empresário. 4 – Novos modelos de contrataçãoCom o possível aumento no custo da folha, empresas podem priorizar contratações via pessoa jurídica (PJ), terceirizações e modelos flexíveis de trabalho para preservar orçamento. Setores de serviços e comércio tendem a desacelerar as contratações no curto prazo. 5 – Crescimento de áreas estratégicasÁreas como tecnologia, compliance fiscal e consultoria tributária devem registrar aumento de contratações. “Profissionais híbridos, aqueles que combinam conhecimento técnico com visão estratégica, serão cada vez mais disputados. Nascerá uma nova profissão ligada à gestão tributária estratégica, o que vai exigir do time de recrutamento um olhar atento e ágil”, prevê o especialista parceiro da Omie. 6 – Risco de aumento da informalidadeCaso o impacto sobre a folha de pagamento seja elevado, também há risco de aumento da informalidade, principalmente entre pequenas empresas. “Isso exigirá atenção do Governo e fiscalização para estimular a formalização”, completa Martínez. Em um cenário de transições constantes, o RH e a alta gestão precisarão atuar de forma integrada, acompanhando de perto cada atualização tributária e adaptando processos de contratação e retenção sem perder competitividade. Omie / NOVA PR

Varejo inteligente: a revolução da IA na jornada do consumidor  

Entenda como a inteligência artificial está moldando um varejo mais ágil, personalizado e centrado no cliente. A transformação digital no varejo já não é mais uma promessa futura, mas uma realidade presente. Durante a NRF Big Show 2025, um dos maiores eventos globais sobre o setor, ficou claro que a inteligência artificial (IA) está moldando a nova jornada do consumidor. Longe de substituir o toque humano, a IA surge como uma poderosa ferramenta para personalizar experiências de compra e fortalecer a relação entre marcas e consumidores.   A nova jornada do consumidor    A integração entre os mundos físico e digital está se consolidando como uma tendência irreversível. Atualmente, muitas jornadas de compra começam online, o que reflete uma mudança significativa no comportamento do consumidor. Grandes redes varejistas, como Walmart, IKEA e LEGO, estão investindo em experiências fluidas, que eliminam barreiras entre o digital e o físico. Soluções como o “Scan and Go”, que permite comprar sem filas, e o social commerce, que impulsiona vendas em plataformas como TikTok, são exemplos claros de como a conveniência e o engajamento digital são cruciais para conquistar o consumidor moderno.   No entanto, a verdadeira transformação começa na cultura interna das empresas. Como John Furner, CEO do Walmart US, comentou em sua análise, o Walmart vê a tecnologia como um impulsionador de seu modelo de negócios, mas enfatiza que, por trás dessa revolução digital, está um compromisso com as pessoas. Marcas que investem na experiência de seus colaboradores e em sua cultura interna, criando um ambiente de trabalho positivo, resultam em um atendimento ao cliente mais eficiente e, por fim, mais satisfatório. Empresas que não cultivam essa conexão interna correm o risco de perder a confiança de seus consumidores antes mesmo de conquistá-los.   As redes sociais também moldam novos comportamentos de compra. Se antes eram apenas espaços de interação, hoje são canais poderosos de conversão. A PacSun vendeu 500 mil calças jeans por meio de transmissões ao vivo no TikTok, enquanto a Havaianas esgotou um lançamento em apenas 48 horas ao ativar a Geração Z dentro do ambiente digital. Essa tendência reforça a importância de marcas investirem em experiências interativas para engajar audiências mais jovens.    Tecnologia a serviço da experiência.   A adoção da IA no varejo vai além da automação de processos: ela muda a forma como os consumidores interagem com as marcas. A Sephora acertou ao unir IA com empatia humana. Sua tecnologia Color IQ recomenda produtos com precisão, mas são os consultores que fazem o cliente sentir que está recebendo um tratamento especial.   Entretanto, implementar soluções tecnológicas exige mais do que apenas ferramentas inovadoras. Requer uma infraestrutura bem planejada e uma estratégia digital bem definida. A Starbucks, por exemplo, precisou revisar sua abordagem digital após enfrentar dificuldades operacionais. Esse desafio também é observado no Brasil. A tecnologia deve ser um facilitador da experiência do consumidor, mas sua adoção exige planejamento estratégico. É preciso garantir que a inovação não crie fricções ao longo da jornada de compra. Empresas que conseguirem integrar inovação com atendimento humanizado estarão um passo à frente.    Fidelização e engajamento   No cenário atual, a fidelização vai muito além de programas de pontos. Empresas que criam comunidades e experiências exclusivas são as que conseguem estabelecer relações mais sólidas e duradouras com os consumidores. A Lululemon, por exemplo, promove eventos de bem-estar que estreitam o vínculo com seu público. Além disso, marcas como Target estão explorando o Retail Media, que converte dados de consumo em estratégias publicitárias personalizadas. Nos EUA, esse modelo movimenta US$55 bilhões de dólares ao ano, e sua tendência de crescimento é visível globalmente.   No Brasil, o grande desafio é estruturar e rentabilizar o inventário de dados, o que abre inúmeras oportunidades para o setor. O segredo está no equilíbrio entre inovação e conexão genuína com o consumidor: a personalização da experiência vai além de oferecer produtos sob medida; é sobre entender profundamente o comportamento do cliente e agregar valor real à sua jornada.   Mais do que nunca, a tecnologia está se tornando uma aliada para o sucesso no varejo. No entanto, as marcas que se destacam são aquelas que sabem equilibrar inovação tecnológica com a humanização no atendimento ao cliente. A verdadeira transformação no varejo não ocorre apenas com o uso de novas ferramentas digitais, mas também com a criação de uma experiência que combine eficiência e empatia.   *Por Oscar Basto Jr, Diretor de B2B2C e Varejo da Interplayers e Cassyano Correr, Diretor de Marketing e Estratégia Digital da Interplayers   

Especialista aponta 5 cuidados ao realizar a automação financeira nas empresas

Investir em tecnologia reduz erros, otimiza processos e melhora a tomada de decisões A automação financeira tem se tornado uma aliada essencial para empresas que buscam mais eficiência e controle sobre suas operações. Ao integrar softwares de gestão, reduzir processos manuais e otimizar a administração financeira, negócios de diferentes portes conseguem minimizar erros, aumentar a produtividade e melhorar a previsibilidade de seus resultados.  Segundo dados da OTRS Group divulgados em 2023, marcas que já entenderam esse movimento e passaram a otimizar processos observam uma economia de tempo de até 23%, e um crescimento mais acelerado, reforçando o impacto positivo da tecnologia na gestão empresarial. Para Lucas Codri, fundador da IZE Gestão Empresarial e criador do Método IZE de Crescimento Lucrativo, a automação financeira não é apenas uma questão de conveniência, mas uma estratégia crucial para a saúde financeira dos negócios. “Muitas empresas perdem tempo e dinheiro com processos burocráticos, falhas na conciliação bancária e falta de integração entre sistemas. A automação permite que gestores tenham uma visão mais clara do fluxo de caixa, otimizem a precificação e tomem decisões estratégicas baseadas em dados”, explica. Redução de erros e aumento da produtividade A adoção de soluções tecnológicas na gestão financeira reduz significativamente erros manuais, como falhas em lançamentos contábeis e pagamentos duplicados. Softwares de conciliação bancária, por exemplo, garantem que todas as transações sejam registradas corretamente, evitando inconsistências e facilitando a auditoria financeira. Além disso, ferramentas de automação auxiliam na emissão de boletos, controle de contas a pagar e a receber, e na categorização de despesas, otimizando a rotina dos gestores. Empresas que investem na digitalização financeira também registram aumento da produtividade, eliminando tarefas repetitivas e liberando tempo para atividades estratégicas. De acordo com um estudo da McKinsey & Company, a implementação de tecnologias de automação pode elevar a eficiência operacional em até 20%, permitindo que empresas direcionem recursos para iniciativas de crescimento. Como escolher a ferramenta ideal para o negócio Para implementar a automação financeira de forma eficaz, é essencial escolher soluções que se adequem às necessidades da empresa. Entre os critérios a serem considerados estão a facilidade de integração com outros sistemas, a segurança dos dados e a capacidade de personalização das funcionalidades. Pequenos e médios negócios podem se beneficiar de softwares acessíveis, que oferecem desde controle de fluxo de caixa até funcionalidades mais avançadas, como análise preditiva e gestão orçamentária. “A escolha da ferramenta certa depende da maturidade financeira da empresa e dos desafios que ela enfrenta. Em muitos casos, uma solução integrada que conecta ERP, contabilidade e fluxo de caixa pode trazer ganhos imediatos na organização e previsibilidade financeira”, destaca Codri. A integração da automação financeira aos sistemas já existentes na empresa deve ser feita de forma planejada, garantindo que todas as áreas possam se beneficiar das novas tecnologias. Entre as estratégias mais eficazes estão : A transição para a automação deve ser suave, evitando a necessidade de substituir completamente os sistemas atuais. Opte por softwares que ofereçam integração com as plataformas já utilizadas, como ERP, contabilidade e bancos. Isso reduz o impacto na operação e facilita a adoção pela equipe. Um dos maiores desafios na automação é a resistência dos colaboradores à mudança. Para minimizar esse problema, invista em treinamentos e workshops que expliquem os benefícios da automação, como redução de erros e aumento da produtividade. Envolver a equipe desde o início garante maior adesão e compreensão da nova tecnologia. Evite mudar todos os processos financeiros ao mesmo tempo. O ideal é começar com áreas específicas, como conciliação bancária ou emissão de notas fiscais, e expandir conforme a equipe se adapta. Essa abordagem reduz riscos operacionais e permite ajustes conforme necessário. Antes da implementação, estabeleça indicadores-chave de desempenho (KPIs) para medir a eficácia da automação. Itens como redução no tempo de processamento de pagamentos, menor incidência de erros e melhoria no fluxo de caixa ajudam a demonstrar o impacto positivo da mudança e ajustar estratégias, se necessário. Mesmo após a implementação, é essencial garantir suporte técnico eficiente para resolver dúvidas e problemas rapidamente. Além disso, faça revisões periódicas para identificar oportunidades de otimização e garantir que a automação continue alinhada às necessidades do negócio. Ao seguir essas diretrizes, a automação financeira pode ser incorporada de forma estratégica, melhorando a eficiência sem comprometer a operação e o engajamento da equipe. *Carolina Lara*

Você sabia que gerar descontos sem estratégia pode comprometer a rentabilidade da marca?

Felipe Cintra, CEO do Grupo MXE, alerta que reduzir margens de lucro, enfraquece marcas e pode criar uma cultura de preços sempre mais baixos Reduzir preços para atrair clientes pode parecer uma estratégia eficaz, mas, se feita sem critério, pode comprometer seriamente a rentabilidade e o posicionamento de mercado das empresas. Segundo o Grupo MXE, referência em soluções educacionais para empresários, a concessão indiscriminada de descontos pode gerar uma cultura de desvalorização do produto ou serviço, além de pressionar a estrutura financeira das companhias. “Empresas que oferecem descontos sem estratégia correm o risco de educar seus clientes a sempre esperar preços mais baixos, o que afeta a percepção de valor e reduz a margem de lucro no longo prazo”, alerta Felipe Cintra, CEO do Grupo MXE. Ele explica que, sem uma estratégia bem definida, a prática pode se transformar em um problema sistêmico, prejudicando a competitividade e dificultando a diferenciação da empresa no mercado. A armadilha da precificação reduzida Muitos empresários recorrem a descontos para superar objeções de clientes, sem avaliar se a redução de preços está alinhada à estratégia de longo prazo do negócio. Pequenos e médios empreendedores são os mais vulneráveis, pois muitas vezes reduzem preços para competir com grandes empresas, comprometendo a lucratividade e dificultando a expansão. Cintra ressalta que um desconto pode ser eficaz quando vinculado a um objetivo estratégico, como a conquista de clientes recorrentes ou a ampliação do networking. “Se um empresário oferece um desconto inicial atrelado a um contrato de longo prazo ou à indicação de novos clientes, ele está criando valor. Mas, se apenas reduzir o preço para fechar uma venda pontual, está enfraquecendo sua marca e prejudicando seu faturamento”, explica. Alternativas estratégicas para evitar a dependência de descontos Para manter a competitividade sem comprometer a precificação, o especialista sugere alternativas que fortalecem o posicionamento da empresa: “Empresas financeiramente saudáveis entendem que preço é uma consequência da percepção de valor. Um produto ou serviço bem posicionado e bem comunicado justifica seu valor no mercado sem a necessidade de cortes frequentes nos preços”, conclui Cintra. Sobre o Grupo MXE O Grupo MXE, referência educacional em soluções para empresários e suas empresas, é especializado em construção e implementação de processos eficientes, mentoria para empresários e capacitações para times e liderança. Fundado em 2023, tem como foco estruturar processos, otimizar a gestão e impulsionar o crescimento de empresas.  Com clientes em oito países, incluindo Japão, Canadá, Portugal, EUA e Argentina, o grupo impacta milhares de empresários por meio de suas duas frentes principais: o MXE Educação, voltado para treinamentos, palestras, masterminds e imersões, e o MXE Serviços, que inclui a Up Grow Consultoria, especializada na estruturação de processos e gestão empresarial e um auditório totalmente equipado para eventos, que atende 120 pessoas. Sob a liderança do multiempresário Felipe Cintra, fundador e CEO, e de Maycon Manfio, COO, a MXE tem se consolidado como referência no desenvolvimento empresarial. Com uma equipe em expansão, o grupo atende negócios de diversos setores, como agro, varejo, indústria alimentícia, saúde, e-commerce, manufatura industrial e serviços, apoiando empresários a escalarem suas operações com eficiência e sustentabilidade.

Como o regime aduaneiro fortalece as exportações e diminui os custos para empresas no Brasil.

Ferramenta de desoneração fiscal tem sido estratégica para ampliar a competitividade do Brasil no comércio exterior; especialista explica como empresas podem se beneficiar do mecanismo O regime aduaneiro especial de Drawback, criado para estimular as exportações brasileiras, tem sido um dos principais aliados de indústrias que buscam reduzir custos e ampliar sua competitividade no mercado internacional. Ao permitir a suspensão, isenção ou restituição de tributos incidentes sobre insumos importados utilizados na produção de bens exportados, o mecanismo se tornou fundamental na estratégia de empresas que atuam com comércio exterior. Segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), esse regime respondeu por cerca de 25% das exportações totais do país em 2023, movimentando mais de US$75 bilhões em mercadorias beneficiadas pela desoneração fiscal. “Trata-se de uma das ferramentas mais eficazes para a indústria exportadora brasileira. Ele permite que as empresas sejam mais competitivas ao eliminar custos tributários da cadeia de produção voltada à exportação”, explica Thiago Oliveira, fundador da Saygo, empresa especializada em soluções de comércio exterior. A marca atua diretamente na estruturação e acompanhamento de operações sob o regime de Drawback, oferecendo assessoria técnica desde a análise de viabilidade até a prestação de contas junto aos órgãos reguladores. A consultoria afirma que empresas do setor automotivo, químico, metalúrgico e de alimentos estão entre as que mais se beneficiam da estratégia. Como funciona o regime de Drawback ? São três modalidades distintas: suspensão, isenção e restituição. Na suspensão, a empresa importa ou adquire no mercado interno insumos sem o pagamento de impostos como IPI, PIS/Cofins, ICMS e Imposto de Importação, desde que comprove a exportação do produto final. Já a modalidade de isenção permite a reposição de insumos previamente utilizados na fabricação de bens exportados. A restituição, menos comum, envolve o reembolso de tributos já pagos. “A escolha da modalidade correta depende do perfil da empresa, do ciclo de produção e da logística das exportações”, explica o especialista. Segundo ele, a modalidade de suspensão é a mais adotada por grandes indústrias por proporcionar benefícios imediatos em termos de fluxo de caixa. Casos práticos: empresas que ampliaram competitividade com o Drawback Um exemplo citado é o de uma indústria de autopeças no interior de São Paulo, que conseguiu reduzir em até 18% os custos totais de produção para exportação após implementar o regime. Em outro caso, uma fabricante de produtos químicos conseguiu expandir sua atuação em mercados da América Latina após recuperar cerca de R$ 2 milhões em créditos tributários com o uso da modalidade de isenção. “O impacto vai além da economia tributária. Com margens mais atrativas, essas empresas conseguem negociar melhor com compradores internacionais e aumentar sua participação em mercados estratégicos”, afirma Oliveira. Caminhos para aderir ao Drawback A habilitação ao regime exige que a empresa comprove capacidade técnica, mantenha controle rígido sobre o uso dos insumos e realize a exportação dentro do prazo estipulado. A Saygo destaca que o planejamento tributário e a digitalização dos processos são essenciais para garantir o cumprimento das exigências e evitar autuações. Além disso, o regime está passando por atualizações, com a digitalização completa dos processos por meio da plataforma Drawback Web, da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), o que deve agilizar a concessão e o controle das operações. “O maior erro das empresas é acreditar que o processo é burocrático demais e que os ganhos não compensam. Com assessoria especializada, é possível transformar o Drawback em uma vantagem real e sustentável para os negócios”, reforça o consultor. Para as empresas que pretendem iniciar suas exportações ou ampliar sua atuação no mercado externo, compreender o funcionamento do Drawback e implementá-lo com o suporte de especialistas pode ser o diferencial competitivo que faltava. *saygo*

Dia da Mentira: As maiores mentiras que os empreendedores escutam

Empreendedores de diferentes setores revelam os mitos mais comuns que escutam no mundo dos negócios e compartilham o que realmente faz a diferença no sucesso de uma empresa 1º de abril, o famoso Dia da Mentira, costuma ser associado a brincadeiras e pegadinhas. Mas, no universo do empreendedorismo, as mentiras — ou melhor, os mitos — não têm graça nenhuma. Pelo contrário: acreditar em algumas dessas falsas promessas pode custar caro e comprometer o futuro de um negócio. Seja no começo da trajetória ou em fases mais avançadas, muitos empreendedores esbarram em ideias ilusórias que criam expectativas irreais e decisões arriscadas. Afinal, o sucesso nos negócios não nasce de fórmulas mágicas — e sim de estratégia, planejamento e uma boa dose de realidade. Para jogar luz sobre o tema, reunimos empresários experientes de diferentes segmentos para revelar quais são as “mentiras” mais comuns no meio empreendedor — e quais as verdades que realmente fazem diferença. Confira: ⸻ “Logo vai dar lucro” — Aluizio de Freitas, Diretor da Sigbol, escola de moda. A crença de que o negócio trará grandes resultados rapidamente é uma armadilha comum entre novos empreendedores. “Contar com alto lucro logo no início é uma ilusão”, afirma Aluizio de Freitas, diretor da Sigbol. Segundo ele, o crescimento de uma empresa exige tempo, paciência e muito planejamento. “Concorrência, condições de mercado e estratégias eficientes são fatores que influenciam diretamente no desempenho. O importante é construir uma evolução constante e valorizar os pequenos passos.” ⸻ “Só a persistência garante o sucesso” — João Marcos Rios, fundador da VFP – rede de hospitais veterinários. A famosa frase “insista que uma hora dá certo” não conta toda a história. Para João Marcos Rios, sócio fundador da VFP, rede de hospitais veterinários de alta complexidade, persistência sozinha não garante resultado. “O diferencial está em tomar mais decisões certas do que erradas — e isso vai muito além de insistência: exige estratégia”, pontua. Ele destaca ainda que um negócio sólido se sustenta em pilares como cultura organizacional, processos eficientes, tecnologia e boa governança. “Persistir do jeito certo é o que realmente leva ao sucesso.” ⸻ “Empreender em franquia é mais fácil” — Paulo Manuel, CEO da TZ Viagens. A ideia de que abrir uma franquia é moleza também é um mito recorrente. Para Paulo Manuel, fundador e CEO da TZ Viagens, esse modelo pode, sim, oferecer mais segurança, mas ainda assim exige esforço e comprometimento. “O modelo de franquia traz vantagens, como marca consolidada, suporte estratégico e fornecedores homologados. Mas isso não elimina o trabalho duro. Liderar uma unidade exige disciplina e dedicação diária para alcançar bons resultados”, explica. ⸻ Neste Dia da Mentira, um recado sincero: O caminho do empreendedorismo é repleto de desafios, decisões difíceis e aprendizados constantes. Não existem atalhos nem fórmulas mágicas. O que realmente conta é ter estratégia, resiliência e coragem para encarar a realidade com os dois pés no chão — e a cabeça nas alturas. Clarissa Perilloclarissa@accrux.com.br(11) 96828-7778