Expo Center Norte investe R$ 25 milhões na revitalização de seu espaço

Traçando um caminho inovador, o Expo Center Norte apresenta iniciativas que trazem o que há de mais moderno no mercado de eventos. Entre as ações adotadas nos últimos anos, é possível citar o investimento de mais de R$ 25 milhões na modernização do empreendimento. Ainda: em ações de sustentabilidade, como certificações e iniciativas que reduzem uso de matéria-prima. Desde 2023, o Expo Center Norte tem passado por uma revitalização que, entre outras ações, contou com a remoção de paredes e colunas e a implementação de divisórias acústicas. As divisórias, além de possibilitar a realização de mais eventos simultâneos, destacam a capacidade do espaço de se adaptar às necessidades de eventos de diferentes tamanhos e formatos. Além disso, o retrofit realizado nos pavilhões incluiu a instalação de pontos aéreos para sustentação dos estandes, permitindo o uso de materiais reutilizáveis no lugar de descartáveis. Iniciativas como essa concederam ao Expo Center Norte o título de primeiro centro de exposições do mundo a conquistar o Selo B, uma certificação que reconhece práticas de gestão socioambiental das empresas. Essa conquista é resultado de um trabalho sólido em ações sustentáveis, incluindo uma logística focada na economia circular, que permitiu à companhia zerar os resíduos destinados a aterros sanitários, promovendo a circularidade e minimizando impactos ambientais. “O Expo Center Norte oferece experiências personalizadas e adaptáveis, que atendem às novas demandas do mercado, sendo um portal de conexão com o que há de mais novo no segmento”, aponta Paulo Ventura, Diretor do Expo Center Norte. “Nossa recente revitalização e as iniciativas sustentáveis que implementamos são apenas o começo de um compromisso contínuo com a excelência e a responsabilidade socioambiental”, completa. Ainda, no quesito inovação, em setembro de 2024, o centro de exposições e convenções lançou o podcast “No Centro do Palco”, que traz episódios semanais com especialistas do setor. Por outro lado, oferecendo experiências personalizadas, o Expo Center Norte também lançou o hub Expo NEON, um facilitador para soluções customizadas em serviços para todas as etapas de um evento, do planejamento à entrega. No Expo NEON são oferecidas soluções customizadas para o planejamento e operação de eventos dentro do Expo Center Norte. Isso para que realizadores tenham mais tempo para cuidar de seus negócios, patrocinadores tenham a melhor visibilidade possível. “E para que participantes tenham a melhor experiência ao visitar a Cidade Center Norte”, acrescenta Ricardo Barbosa, Gerente Executivo do Expo NEON. Com 31 anos de atuação no mercado, o Expo Center Norte tem, atualmente, uma área de 98 mil m² e recebe eventos dos mais diversos tamanhos e setores. O pavilhão é parte integrante da Cidade Center Norte, que conta também com os Shoppings Center Norte e Lar Center, o Novotel Center Norte e o braço social Instituto Center Norte.

5 caminhos para Empresas Familiares

A gestão de uma empresa familiar pode ser desafiadora, mas também oferece oportunidades únicas para garantir a perenidade do negócio e seu crescimento sustentável. Abaixo, destacamos cinco estratégias fundamentais que podem transformar o rumo da sua empresa familiar e alinhar os interesses da família com o sucesso empresarial: 1. Transformar-se em Família Empresária Deixar de ser uma empresa familiar para se tornar uma família empresária é uma estratégia que permite à família gerir seus ativos sem estar envolvida diretamente na operação. Essa mudança pode garantir maior longevidade e liberdade para os membros da família se dedicarem a novos projetos e investimentos. Para realizar essa transição, recomenda-se a criação de um Family Office para gerenciar o patrimônio, a formalização das governanças de investimentos e sucessão, e o desenvolvimento de um plano de comunicação claro entre a família e a gestão empresarial. 2. Escalar o Negócio A escalabilidade é essencial para empresas que querem se manter competitivas. Esse processo envolve otimizar operações, adotar tecnologias e expandir para novos mercados. Escalar pode levar sua empresa familiar para um novo patamar, promovendo inovação e maior faturamento. Para escalar sua empresa, considere automatizar processos e adotar novas tecnologias, expandir para novos mercados nacionais e internacionais, e realizar uma reestruturação organizacional que suporte o crescimento. 3. Organizar e Estabelecer Algum Controle A falta de governança e controle (ou excesso dele) é um dos maiores desafios para empresas familiares. Formalizar processos, criar conselhos e definir regras claras ajuda a evitar conflitos e garantir a sustentabilidade do negócio. A governança organizacional profissionaliza a gestão e assegura que o patrimônio seja preservado para futuras gerações e dar acesso a capital externo para financiamento das próximas fases de crescimento e maturidade. Para estabelecer um controle eficaz, é essencial implementar um conselho de administração ativo, definir regras claras para entrada e saída de familiares no negócio e criar assembleias e protocolos familiares para decisões estratégicas. 4. Comprar Outras Empresas Expandir por meio de aquisições é uma forma eficaz de escalar o negócio e diversificar o portfólio. A compra de empresas pode acelerar o crescimento, fortalecer a posição no mercado e agregar novas competências ao grupo familiar. Para se preparar, avalie oportunidades que estejam alinhadas ao seu negócio, organize a estrutura financeira para aquisições e conte com conselheiros especializados para mitigar riscos. 5. Vender a Empresa Nem sempre a continuidade é a melhor opção. A venda da empresa pode ser uma decisão estratégica quando há dificuldades em manter a competitividade, sucessores desinteressados ou oportunidades de mercado atraentes. Realizar uma venda bem planejada pode garantir que a família colha os frutos do trabalho acumulado ao longo dos anos e abra novas possibilidades de investimento. Fonte: G1

Festas de fim de ano impulsionam procura por cursos de confeitaria no Brasil

Transformando hobby em Carreira Lucrativa A confeitaria, tradicionalmente vista como um hobby, tem se consolidado como uma carreira promissora no Brasil. Com o aumento da demanda por produtos artesanais e personalizados, muitos entusiastas estão transformando sua paixão em negócios lucrativos. De acordo com dados do Sebrae, o mercado de panificação e confeitaria faturou R$ 105,85 bilhões em 2021, representando um crescimento de 15,3% em relação a 2020. Esse cenário favorável tem impulsionado a busca por cursos profissionalizantes na área. Além disso, uma pesquisa recente da Associação Brasileira da Indústria de Panificação e Confeitaria (ABIP) revelou que as vendas de alimentos específicos para as festas de Natal e Ano Novo podem crescer até 40% em relação ao restante do ano. Esse crescimento é impulsionado tanto pelos grandes players do mercado quanto pelos pequenos empreendedores, que enxergam nas festas de fim de ano uma oportunidade para aumentar a renda ou até mesmo começar um novo negócio. O Instituto Gourmet, referência em formação gastronômica, observa um aumento significativo na procura por seus cursos de confeitaria. “Nos últimos anos, percebemos um crescimento de 30% na matrícula de alunos interessados em profissionalizar suas habilidades na confeitaria. Desde outubro, registramos um aumento de 55% na procura por cursos de gastronomia, especialmente nas áreas de panificação e confeitaria, para atender à demanda sazonal das festas de fim de ano,” afirma Glaucio Athayde, CEO do Instituto Gourmet. A formação profissional oferecida pelo Instituto Gourmet vai além das receitas caseiras, abrangendo desde a elaboração de massas e recheios até a gestão de negócios. Além disso, a instituição oferece uma estrutura diferenciada, com cozinhas que imitam o ambiente doméstico, auxiliando os alunos a replicarem as receitas em suas próprias casas. “Muitas pessoas têm se inscrito em cursos de panetone e confeitaria para aproveitar a demanda sazonal, especialmente novos empreendedores que estão apostando nas vendas para o Natal e Ano Novo”, complementa Athayde. O final de ano é especialmente favorável para a confeitaria. Produtos como panetones trufados, recheados com brigadeiro, doce de leite e sabores inovadores, como café e pistache, estão entre as tendências mais procuradas. Na confeitaria, os doces decorados com temas natalinos, biscoitos amanteigados com glacê e cupcakes personalizados lideram as vendas. “O público está buscando cada vez mais opções criativas e artesanais, que se destaquem pela qualidade e exclusividade,” aponta Athayde. A internet também tem sido uma grande aliada para esses profissionais, sejam eles MEIs ou autônomos, facilitando a divulgação e comercialização dos produtos caseiros por meio das redes sociais e plataformas de e-commerce. “A presença digital permite que os profissionais divulguem seus produtos de forma mais ampla e atinjam um público maior, especialmente em épocas festivas, quando as pessoas estão mais atentas às novidades,” ressalta o CEO do Instituto Gourmet. O mercado de trabalho para confeiteiros é promissor. Em São Paulo, há 48.599 empresas ativas no setor; no Rio de Janeiro, 29.396; em Brasília, 13.087; e no Espírito Santo, 1.934. O salário médio de um confeiteiro no Brasil é de R$ 1.964,54 para uma jornada de 44 horas semanais. Estados como Bahia e Ceará também vêm apresentando um crescimento significativo, especialmente em produtos que respeitam a regionalidade. Com a crescente valorização dos produtos artesanais e a busca por experiências gastronômicas diferenciadas, a confeitaria se apresenta como uma carreira não apenas apaixonante, mas também rentável. Investir em formação profissional é o primeiro passo para transformar talento em sucesso no mercado. Sobre Instituto Gourmet Completando dez anos de mercado, o Instituto Gourmet Brasil é a maior rede nacional de franquia especializada em cursos profissionalizantes na área da gastronomia. Criado para quem deseja empreender, ingressar no mercado gastronômico, obter formação profissional da área ou aprender por hobby, o Instituto Gourmet oferece opções de cursos de curta, média e longa duração, com flexibilidade nos horários, aulas práticas e foco na interação do aluno. Criada em 2014, a rede ingressou na franchising em 2017 e já conta com mais de 135 unidades abertas em todo o país.

Dólar Marca R$ 6 Pela 1ª Vez na História após Pacote Fiscal

O dólar sente uma pressão maior que a bolsa após os sinais conflituosos da comunicação do governo sobre o pacote fiscal. O dólar à vista começa o dia em forte alta, chegando a entrar no patamar dos R$ 6 após o governo brasileiro começar a detalhar as medidas do pacote fiscal que foi anunciado na noite de ontem (28) pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad.  A estimativa é que o impacto das medidas seja de R$ 70 bilhões em dois anos. Até 2030, se prevê uma economia de R$ 327 bilhões.  Ao mesmo tempo, o governo anunciou os planos para colocar em prática a isenção de imposto de renda para pessoas que ganhem até R$ 5 mil e uma taxação mínima para aqueles que tenham renda mensal de R$ 50 mil em 10% para compensar a primeira medida.  O mercado reage de forma cautelosa e temerosa ao pacote. Isso porque, além da dificuldade de calcular o impacto efetivo das medidas, há uma visão de que a equipe econômica de Haddad está isolada dentro do governo, com sinais dúbios sobre o real compromisso fiscal.  Por volta das 11h30, o dólar à vista chegou a marcar R$ 6 por alguns segundos, antes de desacelerar para R$ 5,9925, em alta de 0,92%.  Segundo Diego Costa, head de câmbio para o Norte e Nordeste da B&T Câmbio, a comunicação é um dos principais desafios enfrentados pelo atual governo, já que era esperado que o pronunciamento de Haddad trouxesse alívio. O que ocorreu, no entanto, foi completamente o contrário.  Ele lembra que, no ano passado, o governo conseguiu uma grande vitória com o novo arcabouço fiscal e com um aparentemente otimismo com relação às contas públicas, aproximando o Brasil do grau de investimento dado pela Moody’s.  “A mensagem dos mercados é clara, soluções simplistas não serão bem recebidas. O momento exige propostas concretas e viáveis. A expectativa é de que o texto do arcabouço seja discutido e aprovado dentro do apertado calendário de 2024”, aponta costa E o Ibovespa?Embora a maior parte da tensão se concentre no dólar, o Ibovespa também amanhece no vermelho. Por volta do mesmo horário, o Ibovespa recuava 1,18%, aos 126.165 pontos.

Como o Bitcoin Pode Revolucionar a Agricultura Global?

Investir em políticas agrícolas e tecnologias inovadoras são práticas que podem elevar o setor Cerca de 20 mil pessoas se reuniram em Londres, no Reino Unido, para protestar contra uma legislação de imposto sobre heranças que ameaça prejudicar as fazendas familiares. Pelas novas regras do texto proposto, donos de propriedades rurais avaliadas acima de 1 milhão de libras (R$ 7,3 milhões na cotação atual) terão que pagar 20% de taxa sobre herança a partir de abril de 2026. O anúncio foi feito em outubro pelo governo britânico na apresentação do orçamento no Parlamento. Ao falar para a multidão, o apresentador de televisão e agricultor Jeremy Clarkson alertou: “Este imposto é o último golpe mortal para a agricultura britânica. Ele forçará as famílias a venderem terras nas quais trabalharam por gerações”. Um sistema que restringe os agricultoresOs produtores rurais têm enfrentado diversos desafios no mundo todo. A inflação crescente aumenta os custos desde sementes até máquinas, enquanto impostos e subsídios corroem as margens de lucro. O imposto sobre heranças proposto pelo Parlamento britânico revela uma política que ignora questões vitais. Os produtores têm um potencial inexplorado para contribuir com soluções de energia sustentável. Com as políticas certas, as propriedades rurais poderiam hospedar operações de mineração de bitcoin que utilizam energia renovável excedente ou desperdiçada, criando fluxos adicionais de receita para os agricultores enquanto apoiam a eficiência energética. Ao reaproveitar o calor desperdiçado da mineração, as fazendas poderiam reduzir seus custos operacionais e se tornar centros de inovação, alinhando a produção de energia com as necessidades agrícolas. Um exemplo dessa sinergia pode ser visto na Holanda, onde um produtor de tulipas fez parceria com uma empresa de mineração de bitcoin para reaproveitar o calor gerado pelas máquinas e aquecer sua estufa. Essa prática ajudou a reduzir a dependência do gás natural com o aumento dos preços da energia, enquanto a própria operação de mineração é alimentada por energia solar, reduzindo o impacto ambiental. Esse modelo ‘ganha-ganha’ garante viabilidade ambiental e oferece aos agricultores uma receita adicional e mais resiliência contra o aumento dos custos. Se iniciativas semelhantes fossem adotadas no Reino Unido, as fazendas poderiam explorar soluções com emissões negativas de carbono, enquanto lidam com os desafios energéticos e pressões financeiras. Atualmente, os subsídios são direcionados para parques eólicos, deixando de lado soluções energéticas localizadas e práticas que poderiam beneficiar diretamente a agricultura. Os incentivos que favorecem alternativas sintéticas, como carne falsa, desviam recursos da produção de alimentos tradicionais. Essa abordagem de curto prazo impacta aqueles que cuidam da terra e não beneficia a sociedade como um todo. Dale Vince, doador do Partido Trabalhista e fundador da Ecotricity, empresa britânica de energia sediada em Gloucestershire, na Inglaterra, especializada na venda de energia verde, tem defendido dietas à base de plantas e proposto medidas como um imposto sobre carne vermelha para incentivar escolhas alimentares ‘sustentáveis’. Mas será esse o caminho? Emprego e a arrecadação de impostos estão ligados à alimentaçãoUm setor agrícola saudável oferece empregos no campo e contribui para a economia nacional. Políticas como o teto de pagamentos agrícolas de 80.000 libras  (R$ 456 mil) para o próximo ano desestimulam o crescimento. No entanto, à medida que os EUA começam a investigar a qualidade do solo, as práticas agrícolas sustentáveis e os produtos químicos nos alimentos por meio da iniciativa “Make America Healthy Again” (Tornar a América Saudável Novamente), liderada pelo advogado ambiental Robert Francis Kennedy Junior, esse cenário pode se reverter no Reino Unido. Se o Partido Trabalhista quiser reduzir os custos do Serviço Nacional de Saúde (NHS), a solução é  permitir que os produtores rurais produzam alimentos frescos e cultivados localmente, reduzindo a dependência de importações processadas. Essa abordagem ajudaria a combater problemas de saúde pública, como diabetes, doenças cardíacas e a dependência de medicamentos a longo prazo, aliviando, assim, a pressão sobre os sistemas de saúde. Alimentos frescos e cultivados localmente são vitais para uma população saudável. Quando as fazendas falham, as comunidades passam a depender de alimentos processados e importados, o que agrava os desafios de saúde pública. Bitcoin une sistemas soberanosOs produtores rurais enfrentam as consequências de uma economia que prioriza a receita de curto prazo em detrimento da sustentabilidade a longo prazo. O dinheiro está desconectado da realidade física e da terra, enquanto o bitcoin restaura essa conexão e oferece uma alternativa, ligando esses sistemas interconectados com incentivos que promovem estabilidade e crescimento. Isso não passa despercebido pela comunidade do bitcoin, que é composta por pessoas que acreditam defender estilos de vida mais saudáveis, como Saifedean Ammous, autor de livros sobre bitcoin, como The Bitcoin Standard, que popularizou a ideia dos “fiat foods”, termo utilizado para se referir às políticas governamentais que incentivam a produção de alimentos de baixa qualidade para reduzir a percepção da inflação. Ao contrário do dinheiro, o bitcoin opera com um suprimento fixo, resistindo à inflação e oferecendo uma reserva de valor. Sendo o ativo com o melhor desempenho da década, o bitcoin provou sua resiliência. Produtores rurais, como os bitcoiners, podem usar o dinheiro sólido para planejar o futuro. A natureza descentralizada do bitcoin também elimina a dependência de intermediários, permitindo que indivíduos controlem seus próprios resultados econômicos. Agricultores e bitcoiners do mesmo ladoAgricultores e bitcoiners querem preservar o que construíram para a próxima geração. Como disse Russell Rukin, um bitcoiner do Reino Unido, “Devemos ser auto soberanos para a maior parte da nossa alimentação. É uma ideia terrível depender de agricultores fora das nossas fronteiras, assim como é uma ideia ruim ter o dinheiro e o Estado amarrados à vontade política”. Ambos os grupos enfrentam sistemas que distorcem o valor e minam o legado. À medida que as conversas globais sobre qualidade dos alimentos, práticas agrícolas e resiliência se intensificam, o Reino Unido deve se manter à frente desses problemas. Ignorar as conexões entre agricultura, saúde e energia pode fazer com que a Grã-Bretanha fique para trás em um mundo cada vez mais focado em soluções integradas. Apoiar os produtores com políticas melhores e tecnologias inovadoras, como o bitcoin,

Segurança de dados: 4 principais desafios das empresas e soluções para superá-los 

Tecnologia traz progresso, mas também exige cuidados. Veja dicas. *Por Cácio Costa, Consultor Técnico em Educação Corporativa da Alura Para Empresas Uma das frases mais emblemáticas do mundo dos super-heróis, por incrível que pareça, não é dita por um deles: “Com grandes poderes, vêm grandes responsabilidades”, do famoso tio do Peter Parker (Homem-Aranha), Ben Parker. Esse princípio é aplicável em diversas áreas, e na tecnologia ele se torna essencial, pois o progresso traz possibilidades extraordinárias, mas também exige uso e desenvolvimento ético, principalmente quando falamos de negócios. Temos uma grande responsabilidade, enquanto organizações – e isso se reflete nas inovações que buscamos aplicar, como impulsionar a eficiência operacional, reduzir custos, personalizar produtos e serviços, melhorar a experiência do cliente e criar novas oportunidades de negócios. É fato: a tecnologia traz todas essas vantagens. Porém, também há outro lado: o compromisso contínuo das empresas para gerenciar dados – sobretudo aqueles sensíveis e confidenciais – de maneira ética, assegurando a confiança e a segurança dessas informações em um mundo cada vez mais digital.   Trata-se de uma missão desafiadora, mas essencial. Por isso, destaco os quatro principais desafios envolvidos e as estratégias para enfrentá-los. Segundo um levantamento da Check Point Research, houve um aumento de 30% nos ataques cibernéticos no segundo semestre deste ano, em comparação ao primeiro. No Brasil, esse percentual chegou a 67%, o que representa mais de 2,7 mil ataques por semana.  Para se proteger dessas ameaças, as empresas devem focar na defesa contra ransomwares, que são malwares usados para sequestrar dados digitais, sendo uma das principais táticas dos agentes mal-intencionados. A prevenção ocorre em duas frentes: técnica e humana. No aspecto técnico, é essencial manter backups atualizados, aplicar patches de segurança regularmente e utilizar autenticação multifatorial. Já no humano, a criação de uma cultura organizacional de cibersegurança e o treinamento dos colaboradores para reconhecer e evitar links e e-mails suspeitos são medidas fundamentais.  Segurança de dispositivos IoT  Com o crescimento da automação, os dispositivos de Internet das Coisas (IoT) também se tornaram alvo de ataques. Segundo uma estimativa da Gartner, até 2025, 75% das investidas contra IoT serão direcionadas a organizações, destacando a necessidade urgente de reforçar a segurança nesse campo.  Para mitigar esses riscos, as empresas devem investir na segmentação de suas redes para isolar dispositivos críticos, monitorar continuamente o tráfego e garantir que todos os sistemas conectados sigam padrões rigorosos de segurança. E claro: é crucial implementar controles de acesso robustos com autenticação forte e garantir que os softwares estejam sempre atualizados, reduzindo assim as vulnerabilidades.  A adaptação às regulamentações, como a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD), vai muito além de uma simples exigência legal: ela impacta toda a estrutura de coleta, armazenamento e uso de dados dentro da empresa.  Revisar as políticas de segurança é um primeiro passo. Antes de implementar qualquer nova tecnologia de controle de acessos, é preciso definir claramente quem deve ter acesso aos dados, como será o tratamento dessas informações e também quais as consequências.   Além disso, nomear um Encarregado de Proteção de Dados (DPO) também é essencial, conforme exigido pela LGPD. Mesmo que pequenas empresas não sejam obrigadas a ter esse profissional, a presença dele se torna cada vez mais estratégica para garantir a conformidade e proteger a reputação organizacional.  Definir políticas de uso de IA  O mercado de Inteligência Artificial Generativa deve atingir US$ 1,3 trilhão até 2032, segundo a Bloomberg Intelligence (BI). A adoção dessa tecnologia exige cautela para evitar riscos à privacidade e à ética.  Empresas devem monitorar os fluxos de dados utilizados pela IA e assegurar que esses sistemas sejam treinados apenas com informações apropriadas. Esse cuidado visa tanto a proteção de dados confidenciais quanto a prevenção de vieses que possam gerar práticas discriminatórias. A implementação de frameworks de ética e transparência pode auxiliar as empresas a garantir que o uso da IA siga padrões éticos e de segurança.  Definir políticas de uso de IA  O mercado de Inteligência Artificial Generativa deve atingir US$ 1,3 trilhão até 2032, segundo a Bloomberg Intelligence (BI). A adoção dessa tecnologia exige cautela para evitar riscos à privacidade e à ética.  Empresas devem monitorar os fluxos de dados utilizados pela IA e assegurar que esses sistemas sejam treinados apenas com informações apropriadas. Esse cuidado visa tanto a proteção de dados confidenciais quanto a prevenção de vieses que possam gerar práticas discriminatórias. A implementação de frameworks de ética e transparência pode auxiliar as empresas a garantir que o uso da IA siga padrões éticos e de segurança.  Fonte: Olhar Digital

Arrecadação Federal Cresce 9,77% em Outubro e Bate Recorde para o Mês

No acumulado do ano, arrecadação já cresceu quase 10% A arrecadação do governo federal teve alta real de 9,77% em outubro sobre o mesmo mês do ano anterior, somando R$247,92 bilhões, no melhor resultado para o mês da série histórica iniciada em 1995, informou a Receita Federal nesta quinta-feira (21). No acumulado de janeiro a outubro, a arrecadação foi de R$2,182 trilhões, 9,69% acima do registrado nos primeiros dez meses de 2023, já descontada a correção pela inflação. O dado também representa um recorde para o período. Em outubro, os recursos administrados pela Receita, que englobam a coleta de impostos de competência da União, avançaram 9,9% em valor ajustado pela inflação frente a um ano antes, a R$ 225,233 bilhões. No período de janeiro a outubro de 2024, o ganho foi de 9,7%, totalizando R$ 2,067 trilhões. As receitas administradas por outros órgãos, com peso grande dos royalties sobre a exploração de petróleo, avançaram 8,19% em outubro frente ao mesmo período de 2023, a R$ 22,687 bilhões. No acumulado de janeiro a outubro, esses recursos tiveram alta real de 9,58%, totalizando R$ 115,143 bilhões. Segundo a Receita, o desempenho positivo de outubro foi influenciado pelo comportamento de indicadores macroeconômicos, o retorno da tributação do PIS/Cofins sobre combustíveis e o desempenho dos tributos do comércio exterior em função do aumento do volume das importações, das alíquotas médias e da taxa de câmbio. O Fisco ainda apontou como impulsionadores da arrecadação ganhos com o crescimento da contribuição previdenciária diante de dados positivos da massa salarial, da arrecadação do Simples Nacional previdenciário e do montante das compensações tributárias com débitos de receita previdenciária. Entre os destaques de outubro, no recorte por tributo, a arrecadação de PIS/Pasep e Cofins registrou crescimento real de 20,25%, a R$ 47,187 bilhões. Também houve alta real na receita previdenciária em 6,25%, a R$ 54,203 bilhões. O recolhimento de Imposto de Importação e IPI vinculado cresceu 58,12% no mês, a R$ 11,120 bilhões. Na divisão por setores, a arrecadação do comércio atacadista teve forte alta real em outubro ante o mesmo mês de 2023, de 22,29%. Também foram registrados ganhos nos setores de comércio varejista, serviços administrativos e fabricação de produtos químicos. Os dados positivos auxiliam na busca pelo déficit zero pela equipe econômica neste ano, mas o foco do governo e do mercado direciona-se para a sustentação do arcabouço fiscal no longo prazo, com o Executivo prometendo um pacote de medidas de contenção de gastos.

Produtor de Soja do Brasil Economizou R$ 72 Bilhões com Plantio Transgênico em 10 Anos

Graças à biotecnologia das sementes, os produtores diminuíram o uso de agrotóxicos e não precisaram expandir a área plantada por causa do ganho de produtividade A soja transgênica, que domina quase a totalidade das lavouras do Brasil, permitiu uma economia de 72,3 bilhões de reais em despesas com pesticidas em dez anos, uma vez que a biotecnologia das sementes permite a redução do uso de agrotóxicos e diminui a necessidade de expandir a área plantada por promover ganhos de produtividade, de acordo com uma avaliação da Agroconsult, divulgada em relatório pela Bayer. Essa economia mais do que compensou os gastos para compra de sementes transgênicas pelos sojicultores brasileiros, no mesmo período, que somaram 68,6 bilhões de reais, segundo o levantamento da consultoria publicado nesta quinta-feira (31). O estudo apontou ainda uma redução de 834 mil toneladas no uso dos pesticidas nos últimos dez anos, já que as sementes transgênicas de soja plantadas no Brasil minimizam a aplicação de herbicidas e, principalmente, de inseticidas. A biotecnologia Bt, que oferece à cultura proteção contra insetos, foi lançada no Brasil em 2013/14. Com o manejo mais eficiente das lavouras, os produtores também diminuíram o consumo de combustível em 183 milhões de litros e o de água em 6,2 bilhões de litros no mesmo período de dez anos. E como consequência as emissões de gases de efeito estufa foram reduzidas em 24,8 milhões de toneladas de CO2, segundo o levantamento da Agroconsult. “Com a redução de defensivos e o aumento de 21,2 milhões de toneladas na produção de soja (em dez anos), o setor agrícola brasileiro obteve um ganho de 54,8 bilhões de reais em rentabilidade”, afirmou CEO da Agroconsult, André Pessôa, comentando em comunicado os benefícios da biotecnologia. O volume de aumento da produção estimado em dez anos é equivalente a uma safra do Rio Grande do Sul, Estado que está entre os três maiores produtores de soja do Brasil. Desde o lançamento da primeira biotecnologia para soja, resistente ao herbicida Roundup, em meados da safra 2002/2003, a produção de soja no Brasil cresceu de 41 milhões de toneladas para cerca de 150 milhões de toneladas, número que garantiu ao país o posto de maior produtor e exportador do grão no mundo. Ao longo das últimas duas décadas, a biotecnologia de sementes, cujo mercado é dominado pela Bayer, evoluiu. De acordo com os cálculos da Agroconsult, o percentual de adoção das biotecnologias Bt, que reduzem a aplicação de inseticidas, passou de 4% na safra de lançamento (2013/2014) para acima de 90% em 2023/2024. No comunicado, a Bayer destacou a terceira geração de biotecnologia de soja da Bayer, a Intacta2 Xtend, lançada em 2021/22 no país. Essa semente tem permitido aos produtores alcançar produtividades superiores a 100 sacas por hectare, segundo a empresa, ao oferecer tolerância aos herbicidas dicamba e glifosato e também proteger contra o ataque de lagartas. “O que antes parecia inalcançável, hoje é uma realidade”, afirmou o líder de produtos de soja e algodão da divisão agrícola da Bayer, Fernando Prudente, no comunicado divulgado à imprensa. A alemã Bayer, cuja biotecnologia de soja está presente na maior parte dos cultivos do Brasil, avalia que a adoção de seu produto mais novo para a cultura no país, a Intacta2 Xtend, pode dobrar na temporada 2024/25 em relação ao ciclo anterior. Enquanto trabalha nos novos produtos, a Bayer avalia que a sua terceira geração de biotecnologia de soja já poderá ocupar cerca de 30% de toda a área plantada no Brasil em 2024/25, disse o líder de assuntos regulatórios da divisão agrícola da companhia para América Latina, Geraldo Berger, à Reuters, no início deste mês.

PEC do fim da escala 6×1 atinge assinaturas necessárias para ser protocolada

A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que prevê o fim da escala 6×1 (seis dias de trabalho, um de descanso) atingiu o quórum de assinaturas necessário para começar a tramitar na Câmara dos Deputados. O projeto é de autoria da deputada federal Erika Hilton (PSOL-SP), que formalizou uma iniciativa do Movimento Vida Além do Trabalho (VAT), do vereador eleito no Rio Rick Azevedo (PSOL). O texto conta com 194 assinaturas no sistema interno da Câmara no início da manhã desta quarta-feira, 13. Para que a PEC fosse protocolada, eram necessários ao menos 171 signatários. Erika Hilton, deputada federal pelo PSOL-SP, em discurso no plenário da Câmara Foto: Mário Agra/Câmara dos Deputados A mobilização em torno da proposta ganhou força com a adesão de deputados federais do PT, do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a sigla mais representativa entre os parlamentares que já assinaram o requerimento. No momento, 68 deputados federais petistas são signatários do texto. Além da autora, todos os outros 13 parlamentares do PSOL da Câmara assinaram a proposta, além de mais 13 deputados federais do PSB. O texto também conta com assinaturas de 20 deputados federais do União Brasil, 15 assinaturas do PSD, dez do Progressistas, sete do Republicanos e um parlamentar do PL, o deputado federal Fernando Rodolfo (PE). O que acontece agora? Uma vez protocolada, a PEC começará a ser discutida na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania da Câmara. No colegiado, haverá a designação de um relator para o texto, que poderá modificar o projeto por meio de um substitutivo, além de acatar sugestões de outros deputados federais. Aprovada pela Comissão de Constituição e Justiça, a proposta seguirá para a apreciação de uma comissão especial. Somente após esse trâmite, o texto ficará apto a ser pautado no plenário. A inclusão do texto na ordem do dia de votações, no entanto, não é imediata e, na prática, depende de um acordo entre o colégio de líderes da Casa, formado por líderes das siglas e de blocos parlamentares, como o bloco governista e da oposição. É por isso que, desde já, a deputada federal Erika Hilton sinaliza que vai discutir a medida com líderes parlamentares, como o presidente da Casa, Arthur Lira (PP-AL). O quórum exigido para a aprovação de PECs na Câmara é de 308 votos favoráveis entre os 513 deputados federais. Com um aval da Câmara, o texto passa para o Senado, no qual a aprovação em plenário demanda voto favorável de 49 senadores entre os 81 membros da Casa. Em PECs, não há sanção presidencial após aprovação das propostas pelas duas Casas do Legislativo. Veja a lista dos deputados que assinaram a PEC pelo fim da escala 6×1

Pagamento do 13º salário deve injetar R$312 bilhões na economia brasileira, diz Dieese

Número representa cerca de 3% do PIB do país. A economia brasileira deve receber uma injeção significativa de recursos com o pagamento do 13º salário em 2024, informa O Globo. Segundo dados do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), estima-se que o montante de R$ 321,4 bilhões será destinado a cerca de 92,2 milhões de trabalhadores, aposentados e pensionistas, representando aproximadamente 3% do Produto Interno Bruto (PIB) do país.  O pagamento do benefício é direcionado aos trabalhadores do mercado formal, empregados domésticos com carteira assinada e aos aposentados e pensionistas dos regimes públicos da União, estados e municípios. Cerca de 56,9 milhões de trabalhadores formais, incluindo 1,4 milhão de empregados domésticos, e 34,2 milhões de aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) compõem o grupo principal de beneficiários. Os dados também incluem, embora sem quantificação exata, os aposentados dos regimes próprios estaduais e municipais, que receberão o benefício ao longo dos próximos meses. Setores e regiões que mais se beneficiam – O levantamento do Dieese detalha a distribuição dos valores a serem pagos. Para os trabalhadores do setor formal, estima-se que R$ 214 bilhões sejam direcionados aos empregados com carteira assinada, enquanto R$ 107 bilhões vão para aposentados e pensionistas, com uma média de R$ 3.096,78 por pessoa. Entre os trabalhadores do setor privado e público, o segmento de serviços – incluindo a administração pública – será o maior beneficiado, recebendo cerca de 64,6% do total destinado ao mercado formal, enquanto os empregados da indústria terão 17% e os comerciários 13%. Para o setor de construção civil, o percentual de 3,3% e a agropecuária, 2,1%, refletem o menor volume de empregados formais nessas áreas. Em média, o valor do 13º salário para trabalhadores formais será de R$ 3.820, variando entre R$ 4.382 no setor de serviços e R$ 2.380 para o setor primário. Geograficamente, o Sudeste lidera a distribuição, com 50,1% do montante total, sendo a região com maior número de empregados formais e aposentados. O Sul e o Nordeste também recebem parcelas expressivas, com 16,7% e 15,9%, respectivamente, enquanto as regiões Centro-Oeste e Norte recebem 9% e 5% do valor. O Distrito Federal destaca-se com o maior valor médio de 13º salário do país, atingindo R$ 5.665, enquanto Maranhão e Piauí registram as menores médias, em torno de R$ 2.000. Impacto no mercado e distribuição ao longo do ano – Embora o pagamento do 13º costume ser efetuado majoritariamente nos últimos dois meses do ano, o Dieese observa que algumas categorias têm parcelas do benefício antecipadas por meio de acordos coletivos de trabalho, o que pode influenciar a distribuição ao longo do ano. A análise também não considera os autônomos e trabalhadores informais, cujo recebimento do abono depende de condições e acordos específicos, dificultando a quantificação exata de seu impacto.